Pra dançar- Em novo single, Marquinhos Amaral, líder do Mixdgroove, bebe diretamente do funk e do soul dos anos 1980
Foto: Priscila Policastro
O que faz o corpo balançar, cria conexão imediata e transforma a música em experiência sensorial. É a partir dessa premissa que o projeto Mixdgroove, liderado pelo músico Marquinhos Amaral, apresenta o single “É o Groove”, lançado em todas as plataformas digitais no dia 30 de janeiro.
“É difícil definir exatamente o que é groove. Explicações teóricas falam de células rítmicas que se repetem, mas nessa música eu resumo dizendo que é o que faz o corpo balançar, aquela sensação boa quando a gente ouve uma música que gosta”, explica Marquinhos Amaral. A faixa nasce justamente desse lugar intuitivo, onde ritmo e prazer caminham juntos.
A sonoridade de “É o Groove” dialoga diretamente com o funk e o soul dos anos 1980, trazendo referências que passam por nomes como Tim Maia, Toni Tornado, James Brown e Michael Jackson, sem abrir mão da brasilidade característica do projeto. “Não podia faltar a mistura brasileira com uma ‘escola de samba’ à la Mixdgroove em uma parte”, destaca o artista.
Já a inspiração para a letra vem da memória afetiva familiar. “Falo dos bailes que rolavam na minha família, que eu não vivi, mas sempre ouvi as histórias. Quando eles vão aos shows, sempre mostram como era, com passinhos e muita animação”, conta o músico, que
integra uma família com forte tradição artística, da qual fazem parte nomes como Rodriguinho (ex-Travessos), Mr. Dan e Gaab.
Com o termo “groove” presente no próprio nome do projeto, o novo single também funciona como uma síntese da proposta musical construída até aqui. “Acho que essa música serve como uma explicação do que é a Mixdgroove”, afirma Marquinhos, que vem consolidando, ao longo dos últimos anos, uma trajetória autoral marcada por misturas rítmicas, identidade brasileira e liberdade criativa.
Com 18 músicas já lançadas, a Mixdgroove inicia 2026 com planos de ampliar sua presença nos palcos e fortalecer o repertório autoral ao vivo. “A vontade é estar mais presente nos shows autorais e, quem sabe, gravar uma session ao vivo com essas músicas”, finaliza o artista.
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