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Mostrando postagens com o rótulo Elis Regina

Post Colaborativo: Qual música eu seria?

       Canções - pergunta para seguidores deu origem ao post colaborativo do blog hoje, ah essa aí sou eu, em ensaio inspirado na deusa Música Foto:  Kariny Ferreira / Bela Rosa Fotografia        Dia desses resolvi jogar nos meus stories a seguinte pergunta: "Se eu fosse uma música, qual seria?". Me diverti, vendo as canções que aqueles que ali comentaram, carinhosamente, me  deixaram de presente . Fiquei muito emocionada de me ver, pelos olhos de pessoas queridas, a forma como me enxergam. Resolvi, então, trazer aqui no Falando em Sol um post colaborativo, com as oito canções que me disseram que eu seria.  E você, qual música me daria? A primeira foi " Fly Me  to the Moon". Composição de Bart Howard do ano de 1954, foi a primeira que disseram que eu seria. Achei minha cara, afinal de contas, vivo no mundo da lua (risos). Essa foi forte. Fortíssima. "Girl on Fire" da Alicia Keys, foi outra música que disseram que eu seria," Y...

Top 5 - Canções para lembrar : Ditadura Nunca Mais!

  Censura - músicas que devem ser  passadas para as próximas gerações para que conheçam a Historia do País Foto: Tatiana Valente No domingo as redes sociais se dividiam: mensagens sobre a Páscoa e posts sobre os 60 anos do golpe militar no Brasil. Quanto ao segundo tema, não seria um aniversário de comemoração, mas de reflexão e de informação para a nova geração do que foi a Ditadura Militar no país. Há 60 anos o presidente João Goulart era deposto.  Se instaurava o regime militar, com sua característica autoritarista,  dando início a uma série de prisões arbitrárias, torturas e assassinatos. A censura calava a voz dos artistas e da imprensa. Em 1967 foi instaurada a "Lei da Imprensa"  que regulamentava a liberdade  de manifestação de pensamento e de informação. Em outras palavras : nada que fosse contrário ao regime podia ser publicado. A cultura também passou pela censura. De acordo com o livro " Mordaça- Histórias de Música e Censura em Tempos Autoritár...

Que tal ouvir um pouco de música pra cair no choro?

Sofrência - Lívia Barros e Juliana Rodrigues apresentam "Dores de Cotovelo" no Severina Café amanhã Foto: Divulgação   Lívia Barros e Juliana Rodrigues apresentarão nesta quinta-feira (6 de abril) o show " Dores de Cotovelo", a partir das 21 horas no Severina Café. Nesta noite as artistas mogianas apresentarão para o público suas releituras para canções consagradas do grande público e outras não tão conhecidas assim mas que têm em comum a "sofrência" como temática. " No repertório teremos músicas como 'Trocando em Miúdos'. Pra não dar muito spoiler (rs) o repertório é bem eclético, a gente passa por Maria Bethânia, Chico Buarque, tem Marília Mendonça, Péricles, Toninho Geraes, Thiaguinho, uma salada para sofrer em qualquer estilo, porque todo mundo sofre, a sofrência não é limitada a um estilo específico, ela é geral, então a gente vai apresentá-la em diversas vertentes e sempre com releituras nossas, são arranjos específicos para esse show...

Nove Musas que inspiraram a música brasileira

Olimpo - Apolo acompanhado pelas nove musas em quadro de Baldassare Peruzzi Conta a mitologia grega que no Olimpo viviam nove musas :  Calíope, Clio, Érato, Euterpe, Melpômene, Polímnia, Terpsícore, Talia e Urânia. Foram criadas por Zeus a pedido dos olimpianos que após vencerem os Titãs - os deuses, não a banda tá?- sentir am a necessidade de ter personagens que exaltassem sempre essa vitória. Assim, surgiram as ninfas, filhas de Zeus e Mnemósine.  Cada uma delas tinha um dom : o da eloqüência, da história, da música, da astronomia, das tragédias, da poesia líria, da dança, da comédia e da poesia sagrada. As musas, viviam em um templo chamado Museion, que deu origem à palavra museu. Com o tempo elas ganharam uma ligação especial com as artes, fontes de inspiração das criações artísticas, afinal viviam acompanhando Apolo, o deus das artes, o deus Sol. Para começar essa semana na qual comemoramos o Dia Internacional da Mulher, selecionei nove musas que inspiraram a nossa música...

Quinta da Saudade :" nem vá dormir como pedra e esquecer o que foi feito de nós..."

União - A voz do povo e a voz de Deus numa única canção Foto: Reprodução Instagram Blog do Clube da Esquina   " Apaga a luz do estúdio porque hoje eu vou cantar pra caralho", disse Elis Regina ao gravar "O que foi feito devera (De Vera)" lançada no ano de 1978 no álbum Clube da Esquina 2 . Essa história e a foto publicada acima estão no Instagram do Blog Clube da Esquina que traz textos e fotos maravilhosas para quem como eu é fã dessa turma. Mas o fato de  Elis cantar pra "caralho" não deveria ser novidade. Para mim é.  Pois explica numa frase o motivo pelo qual essa canção me arrepia. É como se ela desatasse o nó preso na garganta dos brasileiros daquela época. E como num ritual de libertação os tambores dessem ritmo aos vocais dela e de Bituca num desabafo coletivo. Para poder entender todo o contexto precisamos recordar o que era feito da terra de Vera Cruz nos anos que antecederam 1978... O presidente era Ernesto Geisel, o povo vinha calejado de anos...

Os dez melhores álbuns da música brasileira

 Ontem foi notícia em todos os sites de música : Clube da Esquina foi eleito o primeiro melhor álbum da história da Música Popular Brasileira.  Participaram da votação jornalistas, influenciadores musicais, youtubers  e profissionais de divulgação da música que elegeram os 500 melhores álbuns da nossa MPB. Sou suspeita pois as obras dos responsáveis por este tesouro da nossa música estão espalhadas por este blog e fazem parte da trilha sonora da minha vida. Decidi então mostrar aqui os 10 primeiros eleitos e quais minhas músicas favoritas de cada um deles.. . Clube da Esquina: não tenho a favorita. Mas vou postar hoje a versão original de "Um Girassol da cor de seu cabelo" que é uma música que significa muito para mim. Quero ver quem consegue identificar a voz de Beto Guedes nos vocais... Acabou  Chorare é outro xodó. Amo os Novos Baianos de todo meu coração. Eleger a favorita deste álbum... Mas vamos pra que me representa: "A Menina Dança". "E o que diz o meu ...

Terça da Leitura:" Elis e Eu"

Leitura que me encantou tanto que fiz em 3 dias Foto: Tatiana Valente " A Terça da Leitura do mês da mulher trará um livro que fala sobre uma brasileira que para mim faz muita falta. Tenho que certeza que para os fãs dela também. A cada notícia no jornal penso: o que diria Elis Regina nesta situação ou como Elis se faz necessária...  Para mim é uma referência de mulher, cantora, artista e agora por esse livro conhecia a mãe. Falo de "Elis e Eu", por João Marcello Bôscoli, da Editora Planeta.    São 191 páginas deliciosas nas quais o sócio fundador da gravadora Trama conta sobre os onze anos em que conviveu com a mãe e mulher Elis Regina Carvalho Costa. E que MÃE. Como mesmo trabalhando, conduzindo escolha de repertórios, gravações, shows, viagens era uma super ativa e consciente na criação de seus três filhos. Não tem como não se se emocionar ao ler cada página, do filho narrando passagens de suas vidas. Em especial quando ele descreve detalhes de sua memória " Pare...

Quinta da Saudade : Elis Regina

Já que março é o mês das mulheres resolvi nas Quintas da Saudade homenagear nomes femininos que marcaram a música Brasileira. Hoje vou contar para vocês como de fato conheci Elis Regina e seu legado grandioso : tanto na música como sua fala para o empoderamento feminino. A gaúcha nascida em 17 de março de 1945,  começou carreira na década de 60 nos Festivais de música e  tinha como estilo musical a bossa nova. Ângela Maria era sua grande inspiração, e foi num Festival da TV Excelsior em 65, defendendo "Arrastão" de Vinícius de Moraes e Edu Lobo que fez grande sucesso com seus movimentos girando os braços como um helicóptero, sendo que logo em seguida passou a apresentar o Fino da Bossa com Jair Rodrigues.  E meu primeiro contato com a obra de Elis Regina foi ao ouvir o box que tinha em casa " Elis Regina e o Fino da Bossa". Achava algo especial na voz da cantora, mas desconhecia sua trajetória, sua carreira e muitas de suas histórias, uma vez que a "pimentinha...