Pular para o conteúdo principal

Vinícius Maré estreia na música autoral com “Mar de Amores”

     


Parceria- Canção, composta em parceria com Diovane Silva durante a pandemia, chega às plataformas digitais nesta segunda-feira
Foto: Rodrigo Tavares da Silva

        O cantor Vinícius Maré apresenta hoje, 31 de agosto, seu primeiro trabalho autoral, o single “Mar de Amores”. Composta em parceria com seu primo, Diovane Silva, a canção nasceu durante a pandemia, em um período marcado pelo distanciamento social, mas também por encontros musicais no quintal da família. Foi justamente entre conversas e momentos tocando violão que começaram a surgir a melodia e algumas das frases que dariam origem à música. Anos depois, a composição ganha vida em estúdio e marca uma nova etapa na trajetória artística de Vinícius.

“Mar de Amores” aborda as diferentes formas e possibilidades de amar na contemporaneidade. A música parte da ideia de que a multiplicidade de experiências afetivas pode, ao mesmo tempo, preencher e provocar sentimentos de desorientação.

"A música fala sobre as diversas possibilidades de amar que existem hoje e sobre como, ao mesmo tempo em que essas possibilidades nos preenchem, também podem nos afogar, e nos deixar zonzos diante de tantos sentimentos e caminhos possíveis de amar", conta.

O trabalho ganhou arranjo de José Carlos Barbosa, responsável também pelos violões e pela percussão. Vinícius Maré assume os vocais, acompanhado por Francisco Chelle no baixo. A gravação foi realizada no Estúdio Fábrica de Cultura de Diadema, com mixagem e masterização de Wanderson. A direção vocal e a maquiagem ficaram a cargo de Elen Ketleen, enquanto a fotografia é assinada por Rodrigo Link. A distribuição do single será feita pela Tratore.

Para Vinícius, o lançamento representa mais do que a chegada de uma nova música às plataformas:" é a apresentação de uma identidade artística construída a partir de memórias, relações familiares e experiências vividas", celebra.



Comentários

  1. Que emoção ver você chegar até aqui! Tive a alegria de fazer parte de um pequeno capítulo da sua história, quando ainda era meu aluno no Ensino fundamental. Hoje, vejo com imenso orgulho o adulto e o artista que você se tornou, correndo atrás dos seus sonhos, acreditando no seu talento e construindo sua própria trajetória. Parabéns

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Para Lô...

    No dia de hoje nem tenho o que dizer ou escrever ao certo. Só sei que aprendi essa canção de Salomão Borges Filho ainda na infância, e já me tocava o trecho em que ele cantava: " se eu morrer não chore não, é só a lua..." Sim, foi a lua. Agora sei que te encontro lá toda vez que ouvir sua obra. Achei este registro de 2023, num dia que essa música estava na minha cabeça, pedindo para ser cantada. Ao mesmo tempo um bem-te-vi no muro começou a cantar. Nem ele resistiu à beleza de "Um girassol da cor do Seu Cabelo". Vai em paz Lô... Obrigada por tanto.

Música que dá colo : Estrela

Dar aula para o terceiro ano do Ensino Médio é um desafio imenso:  uma fase em que os adolescentes na sua grande maioria se sentem pressionados pelo vestibular e pela escolha de uma profissão que "teoricamente" devem levar para o resto da vida. Eu aos dezessete anos só sabia que gostava muito de música, de livros, de escrever, de falar e de inglês. Sabia que meu rumo estava na área de humanas porque matemática nunca foi fácil para mim. Biológicas tinha só um empecilho: meu pânico ao ver sangue. Meu rumo estava quase que decidido : iria para o curso de Letras, onde teria minha licenciatura e poderia aprender mais sobre os autores que já faziam parte de minha vida.  Sempre gostei muito das aulas de História: para entender literatura é importante saber sobre o contexto histórico da obra, quais os acontecimentos determinantes na sociedade da época.  Tive ótimos professores de História no Fundamental, no Médio e na Faculdade mas um do terceiro ano dividia comigo um amor: a mús...

Resenha - " Sullivan & Massadas: Retratos e Canções"

  Emoção - convidada Renata Barros relata o turbilhão de sentimentos no documentário sobre Michael Sullivan e Paulo Massadas Foto: Reprodução UOL/ Rogerio Von Kruger "Hoje vou pedir licença para minha querida amiga Tatiana Valente @tativalentejornalista a e o maravilhoso blog @falandoemsol para recomendar o documentário que está no @globoplay sobre @michaelsullivanoficial e @paulomassadas é PERFEITO!  Descobri que os dois maravilhosos compositores são responsáveis por todos os hinos presentes na minha infância, adolescência e vida adulta. Se vocês amam música, documentário e história da música eu recomendo muitooooo que assistam. É uma viagem maravilhosa na MPB Brasileira, repleta de riqueza e descobertas. Eles, esses compositores conseguiram não somente marcar os ouvidos e sentimentos das pessoas mas sim personificar o que eu sinto e penso sobre a música, “A música é uma necessidade d’alma". Após ter postado esse comentário em minhas redes sociais tive a imensa alegria...